eu, que considerava-me tão esperta,
perdida nos labirintos
desse teu cabelo claro.
eu, que considerava-me tão sã,
perdida em devaneios absurdos
botando-me pra dormir.
eu, que considerava-me tão fria,
perdida no rubor de minha face
decorrente desse teu sorriso manso.
eu, que considerava-me quebrada,
perdida em meio a cola
do teu abraço envolvente.
eu, que considerava-me tão minha,
perdida nessa vontade louca
de ser tua.
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